Após anos de silêncio criativo e incontáveis testes nas sombras, Drakan finalmente veio à luz. Mais do que um jogo, Drakan nasce como um universo próprio, onde estratégia, criaturas lendárias e decisões táticas moldam cada confronto. A origem de Drakan não está ligada apenas à criação de cartas ou regras, mas a uma inquietação: “e se cada carta tivesse peso real, identidade e impacto?”
Foi a partir dessa pergunta que o projeto começou a tomar forma. Inspirado por jogos de cartas clássicos, mas rompendo com fórmulas de lucro como principal motivo, Drakan foi concebido para valorizar a fantasia, criaturas com propósito claro e habilidades que contam histórias. Aqui, não existem cartas genéricas: cada entidade representa uma força viva do mundo de Drakan. Dragões primordiais, hidras ancestrais, espíritos rachados, reis rúnicos e rainhas serpentes.
O desenvolvimento seguiu um princípio rígido: equilíbrio antes do excesso. Em vez de números inflados, Drakan aposta em mecânicas elegantes, efeitos bem definidos e decisões que realmente importam. Cada turno é um teste de leitura do jogo, cada invocação pode mudar o destino da batalha.
Outro diferencial marcante é a identidade visual e conceitual. Drakan carrega um tom épico, sombrio e mítico, onde caos e ordem coexistem. O jogo não apenas apresenta criaturas, ele constrói lendas. Algumas cartas são raras. Outras, temidas. Algumas, simplesmente inevitáveis.
Hoje, Drakan surge como um projeto independente, mas ambicioso, criado com atenção obsessiva aos detalhes e respeito pela inteligência do jogador. Um universo que não nasceu para ser descartável, mas para crescer, evoluir e deixar marca. Drakan não foi criado para seguir tendências. Foi criado para desafiar quem ousa entrar em seu campo de batalha.